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Cosmovisão Maia I


Cosmovisão Maia I

(Workshop) 

I – 12 de Outubro, Domingo, das 11h00-13:00 e das 14:00 às 17h00

 

Seguindo a tradição e linhagem dos Chi-Mam (sacerdotes Maias), Sónia Pereira estudou o conhecimento cósmico Maia algures na selva Mexicana, nas montanhas recônditas da Guatemala e El Salvador. Segundo palavras de Rigoberto, sacerdote Maia residente na Guatemala, e um dos guias espirituais com quem Sónia Pereira estudou nestes últimos 2 anos: “Surge agora o momento de darmos a conhecer ao mundo o conhecimento cósmico guardado até então. Estamos a entrar na época da União do conhecimento, da União das raças. O ser humano deve abolir qualquer tipo de separação e discórdia, unindo esforços para juntos, como uma só força cuidar-mos do nosso sagrado lar – Gaia – o planeta Terra.”

 

Temas a abordar no módulo I (12 de Outubro):

· Quem foram os Maias

· Onde estamos nós agora

· A Atlântida e as quatro Eras Terrestres

· A visão dos anciãos – os guardiães do Tempo

· A ordem natural: a importância de nos sintonizarmos com o calendário lunar

· As Profecias

· 2012: o Fim do Ciclo

· Os 20 calendários

· Calendário lunar - calendário solar: o equilíbrio entre o masculino e o feminino

· Conhecendo o Tzolkin – o calendário sagrado

· Os glifos Maias

· Trabalhando com as energias e elementos Maias

· Práticas diárias para se sintonizar com a energia cósmica

No curso vai ser fornecida documentação sobre o tema.

Existe ainda a possibilidade de fazer uma consulta individual no fim do curso (com marcação prévia e sujeita às vagas disponíveis), onde vai ser estudado profundamente o seu tipo de energia cósmica, as forças da natureza que se manifestam em si e na sua realidade, a forma de as equilibrar no seu corpo, e que missão veio realizar na sua vida.

 

In´ Lake´sh (forma de cumprimento entre os Maias; significa: “Eu sou o teu outro eu”)

 

Inscrições só até 10 de Outubro

 

 

Estudo Maia do Ser

(Sexta-feira 10 de Outubro)

 

 

Estudo anual do Ser

(Sexta-feira 10 de Outubro)

: Por Sónia Pereira

 

A Identidade

A Identidade, A Personalidade, O Ego e Seus Aspectos Multidimensionais.

A consciência não é uma "coisa" em si mesma, mais exactamente, é uma dimensão de acção tornada possível por uma série de dilemas criativos. Há três dilemas que representam as áreas da realidade dentro das quais a vitalidade interior do universo pode expressar-se e experienciar-se. O primeiro dilema é o desejo e o ímpeto da vitalidade interior de materializar-se completamente, e sua incapacidade de fazê-lo. Isto resulta em acção, que é uma parte de toda a estrutura. A identidade pode ser chamada de a acção que é consciente de si mesma. Uma identidade é também uma dimensão da existência, uma acção dentro de uma acção, um desdobramento da acção sobre si mesma, e através da acção entrelaçando-se; através dessa reacção, uma identidade é formada. A identidade e a acção não podem ser separadas. Sem a identidade, a acção seria insignificante, pois não haveria nada sobre o qual a acção agir. A acção deve então, por sua própria natureza, criar identidades. A identidade, por causa de suas características, irá continuamente buscar estabilidade, enquanto que a estabilidade é impossível. A acção aparentaria destruir a identidade, já que a acção tem que implicar mudança, e qualquer mudança parece ameaçar a identidade, todavia, as identidades jamais são constantes, pois a consciência sem acção iria cessar de ser consciente. A identidade tem de buscar estabilidade enquanto a acção tem de buscar mudança; todavia a identidade não pode existir sem mudança, pois a identidade é o resultado da acção e parte dela. A identidade não é a mesma coisa que a personalidade individual. A personalidade representa somente aqueles aspectos da identidade que são capazes de serem realizados na existência tridimensional. O ego a qualquer dado momento nesta vida é simplesmente a parte do eu interior que vem à tona na realidade física; um grupo de características que o eu interior utiliza para resolver vários problemas. Mesmo o ego, conforme pensamos dele, muda constantemente. A consciência do ego é um estado resultante do terceiro dilema criativo, que acontece quando a consciência do eu tenta separar-se da acção. Isto envolve um estado no qual a consciência do eu tenta perceber a acção como um objecto... e a perceber a acção, que é iniciada pelo ego, como resultado mais exactamente do que como uma parte da existência do próprio ego. Isto é impossível já que nenhuma consciência ou identidade pode existir sem acção. Cada um de nós existe em outras realidades e outras dimensões, e o eu que referimos a nós mesmos nada mais é do que uma pequena porção de nossa identidade inteira. No eu que conhecemos está a identidade primária, o eu inteiro. O eu inteiro já viveu muitas vidas e adoptou muitas personalidades. A personalidade pode ser de certa forma moldada pelas circunstâncias que são criadas para ela pelo eu inteiro, mas é a identidade primária que aproveita a experiência resultante. A personalidade e a identidade não são dependentes da forma física. A nossa identidade primária é uma personalidade de essência energética que é composta de energia gestáltica. Conforme cada consciência individual cresce, de sua experiência ela forma outras "personalidades" ou fragmentos de si mesma. Estes fragmentos são inteiramente independentes no tocante a acção e a decisão, enquanto constantemente em comunicação com o eu inteiro dos quais são parte. Estes "fragmentos" por si só crescem, desenvolvem, e são capazes de formar suas próprias entidades ou "personalidades gestálticas". Temos contactos constantes com outras partes do nosso eu inteiro, porém nosso ego está tão focalizado em nossa realidade física e de sobreviver nela que não ouvimos as vozes interiores. Nenhuma individualidade é em algum tempo perdida. Está sempre na existência. A consciência é a direcção na qual o eu focaliza-se. A acção implica infinitas possibilidades de foco. O que nós chamamos de morte, é nada mais que a nossa escolha de focalizar outras dimensões e realidades. Não adquirimos um "espírito" com a morte. Somos um, agora! Adoptamos um corpo como um viajante espacial usa um traje espacial, e em muito pela mesma razão. Cada indivíduo a partir do nascimento forma sua própria contraparte de sinais eléctricos construídos, contínuos e individuais que incluem seus sonhos, pensamento, desejos e experiências. A contraparte da experiência completa é um padrão do qual é então independente da realidade física. Na morte nossa personalidade então existe desprendida de nossa forma física.

Texto do Iniciado R.M. do Mestre D.K.

Do site sintonia de Saint germain - Brasil

ESPIRITUALIDADE

Em algum momento, todos nós já passamos por uma experiência espiritual significativa, reconheçamos ou não. Podemos ter sentido uma profunda paz interior ou uma intensa comunhão com a natureza. Isso pode ter acontecido numa caminhada ou quando nos apaixonamos pela primeira vez. Mas, esse sentimento não durou muito e ficamos imaginando o que teremos de fazer para repeti-lo.

Como manter aquela paz interior? Como enriquecer nossos relacionamentos, a nossa vida familiar e o nosso trabalho? Como lidar com o stress e vencermos os bloqueios de criatividade? Como colocar em prática a nossa espiritualidade?

A espiritualidade é para a alma como sopro de vida é para o recém-nascido. A espiritualidade nos infunde com vida. Dá-nos paz e propósito. Concede-nos o poder de amar e nutrir, a nós mesmos e aos outros.

Espiritualidade é ser capaz de trabalhar em conjunto com o Espírito. Não importa se chamamos a fonte espiritual de Cristo, Buda, Tao ou Brahman. Todos nós podemos entrar em contacto – e permanecer em contacto – com o poder universal do Espírito, ao mantermos esse relacionamento, ao fazermos essa conexão diária.

Perguntaram ao mestre Zen Nan-sen “O que é a senda?” “A senda, respondeu ele, é a vida diária”.
Isto é, exercemos nossa espiritualidade no nosso dia-a-dia.

Todos nós temos momentos em que nos sentimos conectados com o Eu Superior – quando nos sentimos sensíveis, criativos, compassivos e atenciosos, amorosos e alegres. Mas em outros momentos, nos sentimos fora de sintonia com o Eu Superior – quando ficamos zangados, deprimidos e perdidos. A senda espiritual consiste em aprender a manter o tempo todo essa conexão com a nossa parte mais elevada, para que possamos dar a maior contribuição possível à humanidade.

MESTRE SAINT GERMAIN

MESTRE SAINT GERMAIN

Chohan do Sétimo Raio (Violeta) é Director da Era de Aquário e o arauto da liberdade para a humanidade terrestre .

Como um ser do Sétimo Raio de Deus, Mestre Saint Germain dedica-se especialmente aos atributos divinos da transmutação, perdão, liberdade, justiça, ordem, ritmo, cerimonial e conhecimento elevado. A alquimia, ciência em que Ele se notabilizou, é também um atributo do Sétimo Raio - , assim como a Chama Violeta, energia capaz de transmutar as negatividades e o carma.

Por muito tempo, uso da Chama Violeta era restrito aos seres iniciados nos planos subtis; foi por iniciativa do Mestre que essa magnífica ferramenta de auto transformação começou a ser introduzida na terceira dimensão para adiantar o processo evolutivo. Seu uso constante acelera a vibração do nosso campo energético; dissolve os condicionamentos mentais e emocionais e, assim, contribui para a ampliação da nossa consciência espiritual, que leva à crescente aceitação da Divina Presença em nós e culmina com a plena Unicidade em Deus.

Ele já esteve aqui encarnado, como nós, mas venceu todos os limites da matéria e tornou-se Um com Deus, assim como Jesus e outros Iluminados. Por onde passou, deixou um rastro de Luz. Viveu como o profeta Samuel; José, o pai de Jesus na fisicalidade; Proclos , filósofo grego; Roger Bacon, monge alquimista inglês; Paracelso , o famoso médico e alquimista suíço; Cristóvão Colombo; e o escritor e dramaturgo William Shakespeare, só para citar suas experiências mais recentes. Ascensionou em 1684, na Transilvânia (hoje conhecida como Roménia).
Mesmo depois de ascensionado, Ele continuou actuando na fisicalidade por mais de um século - entre 1710 e 1822. Formou sociedades secretas e dedicou-se à filantropia. Como conselheiro de políticos e monarcas europeus, procurou alinhavar alianças que trouxessem a paz e a justiça ao continente. Tentou inclusive alertar a realeza da França sobre a iminente revolução, mas seus conselhos e profecias não foram ouvidos. Já nos Estados Unidos, ajudou a elaborar a constituição americana e a fundamentar as bases da democracia no país.

Há muitos registros de sua intrigante presença no mundo por esta época, que foi anotada em jornais e, principalmente, nas cartas e memórias da nobreza dos países em que esteve. Ficou conhecido como "o homem maravilhoso da Europa" devido aos feitos extraordinários que realizava. Tinha uma cultura que ofuscava as mentes de todos os sábios europeus juntos, falava pelo menos uma dúzia de idiomas, tocava virtuosamente o violino e o piano, pintava, escrevia, tinha uma memória prodigiosa para fatos históricos e parecia já ter estado em cada canto do mundo. Por todo o tempo em que foi visto, conservou a mesma aparência - a de um cavalheiro na faixa dos 40 anos de idade. Aparecia como que por encanto e, quando se retirava, sumia sem ser visto. Ninguém jamais soube de onde Ele veio e como ou por que desapareceu.

Saint Germain não fazia segredo de sua mestria no mundo físico. Transformou moedas de metal vil em ouro diante de alguns incrédulos (Casanova foi um deles); realizava curas com ervas e poções que preparava; tirava defeitos de pedras preciosas; e chegou até a presentear uma certa madame Georgy com um elixir que a conservou com a mesma aparência por 25 anos e prolongou sua vida muito além da média da época. Deixando-se de lado suas habilidades extrafísicas, era um homem amável, generoso, bem-humorado, refinado e encantador.

Encerrada a sua missão diplomática nos séculos 18 e 19, Saint Germain passou a trabalhar apenas no plano subtil. Seu principal foco de irradiação para a Terra é o Templo Etérico sobre o Mount Shasta , na Califórnia, EUA. Seu complemento divino é Mestra Pórtia e sua nota-chave , Conto dos Bosques de Viena, de Strauss . O serviço desse adorável Mestre tem uma abrangência inconcebível para nós. Actualmente, exerce o cargo de Director da Era de Aquário. A era anterior, a de Peixes, foi dirigida por Mestre Jesus.

Diz o Mestre Saint Germain:
"Novamente te digo, amado discípulo: canta a grande melodia da Presença Conquistadora do EU SOU. Canta-a em teu coração continuamente, sente-a com toda a tua habilidade, agarra-te fortemente a essa determinação. O conhecimento e o caminho desta mestria se abrirão para ti e te manifestarão a LIBERDADE ETERNA.EU SOU Saint Germain em vós."

Mantra do Mestre Saint Germain
EU SOU um ser de Fogo Violeta, EU SOU a pureza que Deus deseja

Decreto para a libertação planetária
EU SOU, EU SOU, EU SOU instalando a Nova Idade do Ouro
EU SOU o poder de Saint Germain conduzindo os homens à verdadeira liberdade
EU SOU a oportunidade de amor que eleva a Terra
EU SOU a transmutação pessoal, colectiva e planetária que desperta a humanidade
EU SOU, EU SOU, EU SOU a libertação da Era de Aquário
EU SOU libertando a humanidade agora EU SOU
Decreto da Chama Violeta
EU SOU a Chama Violeta actuando agora em mim
EU SOU a Chama Violeta só me submeto à Luz
EU SOU a Chama Violeta de magnífico poder cósmico
EU SOU a Luz de Deus brilhando a toda hora
EU SOU a Chama Violeta radiante como um Sol
EU SOU o Sagrado poder de Deus que a todos vai libertando

Obs.: Esta mensagem foi transmitida a Elizabeth Clare Prophet e Mark L. Prophet e são de propriedade da Summit Lighthouse